A Christeyns está na linha da frente com os profissionais de saúde

“A lixívia é tão eficaz como a água na eliminação de super-bactéria hospitalar.” e “Lixívia já não mata bactéria hospitalar resistente a antibióticos”, dois títulos de notícias que marcaram a semana passada, do Publico e da Visão, respetivamente.  

Uma inadequada desinfeção dos ambientes hospitalares cria as condições que favorecem o desenvolvimento e a proliferação de bactérias. Os doentes mais fragilizados são as primeiras vítimas desta situação pois, ao desenvolverem infeções oportunistas, não só veem a sua condição de saúde agravar-se, como também contribuem para um fenómeno mais grave: a resistência aos antibióticos. Entre estes doentes contam-se as pessoas hospitalizadas, as que têm mais de 65 anos, aquelas que têm um sistema imunológico comprometido ou ainda as que tenham tido episódios repetidos de infeção e, por isso, estejam a tomar antibióticos.

O Jornal The Guardian também publicou recentemente uma notícia sobre este tema. Nesta publicação a desinfeção de espaços hospitalares é mesmo classificada como um problema de saúde publica que deve ser tido em conta. (The Guardian).

O artigo do The Guardian surge na sequência da publicação de um estudo que vem demonstrar que, quando expostos a 3 concentrações diferentes de hipoclorito de sódio (lixívia), os esporos de três estirpes de Clostridium difficile (C. diff) não só sobreviveram como não apresentavam danos visíveis. A investigadora responsável por este estudo, Tina Joshi, afirma, sem reservas, que o cloro não é o biocida correto, sendo necessária a utilização de novos desinfetantes e a adoção de novos protocolos de higiene mais adaptados aos ambientes microbianos que se desenvolvem nos espaços hospitalares atuais.  

Os investigadores identificaram ainda a permanência de esporos de C. diff em batas cirúrgicas multiusos e nas batas novas dos doentes. “É muito claro que os esporos estão a aderir às fibras”, disse Joshi, pelo que estes artigos devem também ser considerados reservatórios favoráveis à transmissão.  

O ácido paracético surge como uma alternativa altamente eficaz na desinfeção de espaços de saúde por ter uma atividade de largo espectro que inclui ação bactericida, micobactericida, esporicida, fungicida e virucida. 

 

A Christeyns, tem uma gama de produtos que oferece segurança e protege os pacientes e os profissionais de saúde dos riscos de contaminação por estes patógenos. A nossa gama de produtos Phagogene foi especialmente criada para a higiene dos espaços mais exigentes, tais como os hospitais. Um dos produtos que compõe esta gama é o Phagospore, um detergente desinfetante para todos os tipos de superfícies. Este é um produto pronto a usar, com um amplo espectro, que confere eficácia e segurança no combate à proliferação das bactérias que se desenvolvem nos espaços de saúde. 

Para o tratamento de peças de tecido utilizadas em meio hospitalar, a Christeyns também disponibiliza soluções de lavagem, é o caso do Peracid Asepsis, cujas propriedades biocidas antibacterianas, antifúngicas, antivirais e antiesporicida fazem dele um aliado na batalha contra a infeção.

Para saber mais fale com um dos nossos especialistas. Contacte-nos!

 

Referências: 

https://www.theguardian.com/science/2023/nov/22/bleach-does-not-tackle-fatal-hospital-superbug-uk-researchers-find 

https://visao.pt/visaosaude/2023-11-22-a-lixivia-e-tao-eficaz-como-a-agua-na-eliminacao-de-superbacteria-hospitalar/  

https://www.publico.pt/2023/11/27/ciencia/noticia/lixivia-ja-nao-mata-bacteria-hospitalar-resistente-antibioticos-2071638  

Autores

Fernando Lorenzo

Fernando Lorenzo

Doutorado em Química pela Manchester Metropolitan University (2009), coordena projectos de I&D e desenvolvimento de novos produtos na CHRISTEYNS. É autor de várias publicações e estudos, incluindo Listeria monocytogenes em indústrias de carne.

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