{"id":78844,"date":"2023-02-16T17:01:12","date_gmt":"2023-02-16T17:01:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.christeyns.com\/?p=78844"},"modified":"2023-10-25T08:51:39","modified_gmt":"2023-10-25T08:51:39","slug":"carne-de-frango-principal-alimento-implicado-em-infecoes-de-origem-alimentar-por-campylobacter","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.christeyns.com\/pt-pt\/carne-de-frango-principal-alimento-implicado-em-infecoes-de-origem-alimentar-por-campylobacter\/","title":{"rendered":"Carne de frango, principal alimento implicado em infe\u00e7\u00f5es de origem alimentar por Campylobacter"},"content":{"rendered":"<p>O \u00faltimo relat\u00f3rio sobre zoonoses publicado pela EFSA para 2021 confirma que a campilobacteriose \u00e9 a infe\u00e7\u00e3o de origem alimentar gastrointestinal mais frequentemente notificada na UE. Este tem sido o caso desde 2007.<\/p>\n<p>O n\u00famero de casos confirmados de campilobacteriose foi de 127.840, ou 41,1 casos por 100.000 habitantes. A carne de frango causou o maior n\u00famero de surtos detectados na UE, com um total de 7 surtos, seguidos por alimentos mistos (5 surtos), carne de vaca e produtos \u00e0 base de carne de vaca (3 surtos) e, por fim, outra carne de aves de capoeira, mista ou n\u00e3o especificada, e produtos \u00e0 base de aves de capoeira.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-78684\" src=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-1.-Reported-numbers-of-cases-and-notification-rates-for-confirmed-human-zoonoses-in-the-EU-2021.jpg\" alt=\"Figure 1. Reported numbers of cases and notification rates for confirmed human zoonoses in the EU, 2021\" width=\"484\" height=\"296\" srcset=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-1.-Reported-numbers-of-cases-and-notification-rates-for-confirmed-human-zoonoses-in-the-EU-2021.jpg 484w, https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-1.-Reported-numbers-of-cases-and-notification-rates-for-confirmed-human-zoonoses-in-the-EU-2021-300x183.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 484px) 100vw, 484px\" \/><\/p>\n<p>Figura 1: N\u00famero de casos notificados e taxas de notifica\u00e7\u00e3o de zoonoses humanas confirmadas na UE, 2021<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No quadro abaixo, pode-se ver como a ocorr\u00eancia e preval\u00eancia de <em>Campylobacter<\/em> nos alimentos e animais entre 2017 e 2021, teve um ligeiro aumento de casos humanos relatados. Desde 2019, o n\u00famero de unidades de amostragem comunicadas para &#8220;carne e produtos \u00e0 base de carne&#8221; aumentou consideravelmente, provavelmente devido ao Regulamento de Execu\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Regulamento da Comiss\u00e3o (UE) 2019\/627 que estabelece a comunica\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de dados de monitoriza\u00e7\u00e3o de <em>Campylobacter<\/em> SDA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quadro 1. Resumo das estat\u00edsticas de <em>Campylobacter<\/em> relacionadas com o homem, principais categorias alimentares e principais esp\u00e9cies animais, UE, 2017-2021<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-78694\" src=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-1.-Summary-of-Campylobacter-statics-related-to-humans-major-food-categories-and-the-main-animal-species-EU-2017-2021..jpg\" alt=\"Table 1. Summary of Campylobacter, statics related to humans, major food categories and the main animal species, EU, 2017-2021. \" width=\"475\" height=\"402\" srcset=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-1.-Summary-of-Campylobacter-statics-related-to-humans-major-food-categories-and-the-main-animal-species-EU-2017-2021..jpg 475w, https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-1.-Summary-of-Campylobacter-statics-related-to-humans-major-food-categories-and-the-main-animal-species-EU-2017-2021.-300x254.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 475px) 100vw, 475px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 0cm 0cm 23.8pt 0cm;\">Tal como acontece com outros microrganismos, existe uma clara sazonalidade no n\u00famero de casos confirmados de campilobacteriose na UE\/EEE, com picos nos meses de Ver\u00e3o. Os picos anuais de inverno tamb\u00e9m podem ser vistos na Figura 2 no m\u00eas de Janeiro 2112 a 2021, embora estes sejam inferiores aos n\u00fameros observados durante o ver\u00e3o. Em 2021, como j\u00e1 aconteceu em 2020, o n\u00famero de casos diminuiu, provavelmente devido \u00e0 pandemia de Covid-19.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-78705\" src=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-2.-Trends-in-reported-confirmed-human-cases-of-campylobacteriosis-in-the-EU-by-month-2017\u20132021.jpg\" alt=\"Figure 2. Trends in reported confirmed human cases of campylobacteriosis in the EU, by month, 2017\u20132021\" width=\"478\" height=\"362\" srcset=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-2.-Trends-in-reported-confirmed-human-cases-of-campylobacteriosis-in-the-EU-by-month-2017\u20132021.jpg 478w, https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-2.-Trends-in-reported-confirmed-human-cases-of-campylobacteriosis-in-the-EU-by-month-2017\u20132021-300x227.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 478px) 100vw, 478px\" \/><\/p>\n<p>Figura 2: Tend\u00eancias em casos humanos confirmados de campilobacteriose notificados na UE, por m\u00eas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white;\">Os controlos estabelecidos pela UE mostraram percentagens positivas em RTE e alimentos n\u00e3o RTE de 0,31% e 10,9%. Embora a presen\u00e7a de <em>Campylobacter<\/em> nos alimentos para consumo seja baixa, \u00e9 no entanto preocupante, uma vez que este tipo de produto exp\u00f5e diretamente os consumidores \u00e0 doen\u00e7a. Em rela\u00e7\u00e3o aos dados para alimentos n\u00e3o RTE, foram encontrados resultados positivos em 1 em cada 10 na categoria &#8220;carne e produtos \u00e0 base de carne&#8221; (quadro 2).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quadro 2: Ocorr\u00eancia de <em>Campylobacter<\/em> nas principais categorias alimentares, UE, 2021 e 2017-2020<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-78715\" src=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-2.-Occurrence-of-Campylobacter-in-the-main-food-categories-EU-2021-and-2017-2020.jpg\" alt=\"Table 2. Occurrence of Campylobacter in the main food categories, EU, 2021 and 2017-2020\" width=\"479\" height=\"347\" srcset=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-2.-Occurrence-of-Campylobacter-in-the-main-food-categories-EU-2021-and-2017-2020.jpg 479w, https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-2.-Occurrence-of-Campylobacter-in-the-main-food-categories-EU-2021-and-2017-2020-300x217.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 479px) 100vw, 479px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-78725\" src=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-2.-Occurrence-of-Campylobacter-in-the-main-food-categories-EU-2021-and-2017-2020_2.jpg\" alt=\"Table 2. Occurrence of Campylobacter in the main food categories, EU, 2021 and 2017-2020 Non RTE\" width=\"469\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-2.-Occurrence-of-Campylobacter-in-the-main-food-categories-EU-2021-and-2017-2020_2.jpg 469w, https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-2.-Occurrence-of-Campylobacter-in-the-main-food-categories-EU-2021-and-2017-2020_2-300x203.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 469px) 100vw, 469px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>O que \u00e9 <em>Campylobacter<\/em>?<\/h3>\n<p><em>Campylobacter<\/em> \u00e9 um g\u00e9nero de bact\u00e9rias pequenas, Gram-negativas, n\u00e3o esporificantes, compreendendo diferentes esp\u00e9cies, mais notavelmente<em> C. jejuni<\/em> e <em>C. coli<\/em>, que causam infe\u00e7\u00f5es em humanos. S\u00e3o consideradas bact\u00e9rias exigentes, uma vez que requerem ambientes de oxig\u00e9nio reduzido para o crescimento e temperaturas superiores a 30 \u00b0C.<\/p>\n<p>As <em>Campylobacter<\/em> spp. s\u00e3o sens\u00edveis \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o, ao pH \u00e1cido e a muitos desinfetantes, mas continuam a ser uma das principais bact\u00e9rias causadoras de doen\u00e7as de origem alimentar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tabela 3. <em>Campylobacter<\/em>, factores de crescimento.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-78767 size-full\" src=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-3.-Campylobacter-growth-factors-en-1.jpg\" alt=\"Table 3. Campylobacter, growth factors-en\" width=\"500\" height=\"267\" srcset=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-3.-Campylobacter-growth-factors-en-1.jpg 500w, https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Table-3.-Campylobacter-growth-factors-en-1-300x160.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<h3>Reservat\u00f3rios e transmiss\u00e3o<\/h3>\n<p>O reservat\u00f3rio mais comum de <em>Campylobacter<\/em> \u00e9 o tracto intestinal de mam\u00edferos e aves. Os animais raramente desenvolvem a doen\u00e7a, mas as bact\u00e9rias podem contaminar os alimentos obtidos a partir deles, tais como leite e produtos l\u00e1cteos, carne e, em menor escala, vegetais frescos e produtos da pesca. A <em>Campylobacter<\/em> encontra-se principalmente nas aves de capoeira, devido \u00e0 sua temperatura corporal mais elevada, e \u00e9 o consumo de carne de frango e produtos transformados de frango que \u00e9 a principal fonte de casos de campylobacteriose nos seres humanos, constituindo um problema de sa\u00fade p\u00fablica com um custo social significativo.<\/p>\n<p>A \u00e1gua dos rios, lagos, mares, etc. tamb\u00e9m pode ser uma fonte frequente deste microrganismo, principalmente devido \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o fecal. A transmiss\u00e3o ao homem ocorre principalmente indirectamente atrav\u00e9s do consumo de alimentos contaminados, mas tamb\u00e9m atrav\u00e9s do contacto directo com animais dom\u00e9sticos. Por sua vez, os seres humanos podem ser um reservat\u00f3rio para este microrganismo. Os diferentes reservat\u00f3rios e vias de transmiss\u00e3o est\u00e3o detalhados na Figura 3.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-78816 size-full\" src=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-3.-Campylobacter-reservoirs-and-transmission-en-2.jpg\" alt=\"Figure 3. Campylobacter reservoirs and transmission.\" width=\"800\" height=\"396\" srcset=\"https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-3.-Campylobacter-reservoirs-and-transmission-en-2.jpg 800w, https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-3.-Campylobacter-reservoirs-and-transmission-en-2-300x149.jpg 300w, https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-3.-Campylobacter-reservoirs-and-transmission-en-2-768x380.jpg 768w, https:\/\/www.christeyns.com\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Figure-3.-Campylobacter-reservoirs-and-transmission-en-2-540x267.jpg 540w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/p>\n<p>Figura 3. reservat\u00f3rios e transmiss\u00e3o de <em>Campylobacter<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><em>Campylobacter<\/em> e biofilms<\/h3>\n<p><em>Campylobacter jejuni<\/em> \u00e9 capaz de formar biofilmes in vitro e em superf\u00edcies em diferentes pontos da cadeia de produ\u00e7\u00e3o de carne de aves de capoeira. Estes biofilmes podem ser encontrados em explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas, onde a presen\u00e7a de biofilmes de <em>C. jejun<\/em>i em tubos de \u00e1gua pode desempenhar um papel importante na coloniza\u00e7\u00e3o de animais e em diferentes superf\u00edcies no matadouro ou na sala de desmancha.<br \/>\nA<em> C. jejuni<\/em> \u00e9 tamb\u00e9m encontrada em biofilmes de car\u00e1cter misto, que s\u00e3o predominantes na maioria dos ambientes, nestes casos a bact\u00e9ria actua como colonizador secund\u00e1rio. O biofilme oferece uma s\u00e9rie de vantagens \u00e0<em> C. jejuni<\/em> uma vez que facilita a troca de gen\u00e9tica, nutrientes, enzimas, etc., pelo que o biofilme representa um risco significativo devido \u00e0 sua capacidade de abrigar microrganismos patog\u00e9nicos e facilitar a sua sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<h3>Regulamentos e requisitos legais<\/h3>\n<p>Em 2010 a EFSA publicou a an\u00e1lise sobre a preval\u00eancia de <em>Campylobacter<\/em> em bandos de frangos de carne e carca\u00e7as. O estudo foi realizado em 2008 em matadouros e concluiu que as carca\u00e7as de frangos de carne estavam contaminadas numa m\u00e9dia de 75,8%, com varia\u00e7\u00f5es significativas entre os Estados-Membros e entre matadouros (EFSA 2010). O parecer cient\u00edfico da EFSA 2010 sobre o risco de campilobacteriose humana relacionada com a carne de frango indica que a manipula\u00e7\u00e3o, prepara\u00e7\u00e3o e consumo de carne de frango \u00e9 provavelmente respons\u00e1vel por 20-30% dos casos de campilobacteriose humana, enquanto que 50-80% \u00e9 atribu\u00eddo ao reservat\u00f3rio de frango como um todo.<\/p>\n<p>Tendo em conta a elevada incid\u00eancia de <em>Campylobacter<\/em> na popula\u00e7\u00e3o e a clara liga\u00e7\u00e3o com o consumo de carne de frango, foi publicado um parecer cient\u00edfico da EFSA em 2011, estimando que a fixa\u00e7\u00e3o de um limite microbiol\u00f3gico de 1.000 ufc\/g poderia levar a uma redu\u00e7\u00e3o de mais de 50% dos riscos para a sa\u00fade p\u00fablica decorrentes do consumo de carne de frango (EFSA 2011). Consequentemente, em 2017, foi publicado o Regulamento da Comiss\u00e3o Europeia (UE) 2017\/1495 que altera o Regulamento (CE) 273\/2005 no que respeita a <em>Campylobacter<\/em> em carca\u00e7as de frangos de carne (Comiss\u00e3o Europeia 2017).<\/p>\n<p>Este regulamento adapta os m\u00e9todos de inspec\u00e7\u00e3o de carca\u00e7as de aves de capoeira no que diz respeito a <em>Campylobacter<\/em> e estabelece um crit\u00e9rio de higiene para carca\u00e7as de frango, que visa controlar a contamina\u00e7\u00e3o das carca\u00e7as durante o processo de abate. De acordo com este crit\u00e9rio, na contagem de <em>Campylobacter<\/em> em carca\u00e7as de frangos ap\u00f3s arrefecimento, n\u00e3o devem ser aceites mais de 40 % das amostras que excedam 1.000 ufc\/g, a partir de 2020 a percentagem \u00e9 reduzida para 30 % e em 2025 para 20 %.<\/p>\n<h3>Estrat\u00e9gias para o controlo de <em>Campylobacter<\/em> no sector av\u00edcola<\/h3>\n<p>O controlo de <em>Campylobacter<\/em> no sector av\u00edcola \u00e9 de grande import\u00e2ncia estrat\u00e9gica para evitar o risco nos seres humanos. As estrat\u00e9gias de controlo devem ser implementadas em todas as fases da cadeia alimentar, no entanto, ter\u00e3o o maior impacto a n\u00edvel da explora\u00e7\u00e3o, uma vez que o intestino das aves de capoeira \u00e9 o ponto da cadeia onde ocorre a amplifica\u00e7\u00e3o da contamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nas explora\u00e7\u00f5es, a biosseguran\u00e7a \u00e9 a estrat\u00e9gia mais eficiente para reduzir a preval\u00eancia de <em>Campylobacter<\/em>, consistindo no conjunto de pr\u00e1ticas, procedimentos, comportamentos, etc. que criam barreiras contra agentes infecciosos e impedem o seu contacto com os animais. Tr\u00eas dos aspectos mais importantes da bioseguran\u00e7a s\u00e3o o isolamento e as barreiras f\u00edsicas, a higieniza\u00e7\u00e3o e o controlo de pragas. A limpeza e desinfec\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es de frangos de carne no in\u00edcio de cada ciclo de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para reduzir o risco de infec\u00e7\u00e3o Campylobacter dos frangos de carne.<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o de <em>Campylobacter<\/em> no conte\u00fado fecal \u00e9 normalmente elevada, portanto, h\u00e1 uma dispers\u00e3o do microorganismo nos materiais e equipamento com que as aves entram em contacto n\u00e3o s\u00f3 na explora\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m durante o transporte e abate no matadouro. No matadouro, as carca\u00e7as podem ser contaminadas em diferentes fases da cadeia de processamento, especialmente nos tanques de escaldamento, eviscera\u00e7\u00e3o e arrefecimento. Podem ser aplicadas v\u00e1rias estrat\u00e9gias no matadouro e nas ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o para complementar as implementadas a n\u00edvel da explora\u00e7\u00e3o, incluindo o abate programado, a redu\u00e7\u00e3o da contamina\u00e7\u00e3o do produto e a higiene das instala\u00e7\u00f5es e elementos associados. A conce\u00e7\u00e3o de procedimentos espec\u00edficos de limpeza e desinfec\u00e7\u00e3o, centrados em pontos cr\u00edticos, s\u00e3o necess\u00e1rios para controlar a contamina\u00e7\u00e3o nas superf\u00edcies das instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h3>Bibliografia<\/h3>\n<ul>\n<li>\u2022 EFSA (2022) The European Union One Health 2021 Zoonose Report. https:\/\/ doi\/epdf\/10.2903\/j.efsa.2022.7666. https:\/\/efsa.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/epdf\/10.2903\/j.efsa.2022.7666<br \/>\n\u2022 Orihuel, E., Bert\u00f3 R., Canet J., Lorenzo F., Corujo A., Sanz M., Milvaques A., Canet JJ. (2015). <em>Campylobacter<\/em>, la bacteria discreta. Ed. Betelgeux, Gandia<br \/>\n\u2022 WHO\u2013 World Health Organization (2020). <em>Campylobacter<\/em>. https:\/\/www.who.int\/es\/news-room\/fact-sheets\/detail\/campylobacter Consultado el 20\/01\/2021.<br \/>\n\u2022 Ryan J. Reeser, Robert T. Medler, Stephen J. Billington, B. Helen Jost, and Lynn A. Joens (2007). Characterization of <em>Campylobacter jejuni<\/em> Biofilms under Defined Growth Conditions. Appl Environ Microbiol, 73(6): 1908\u20131913.<br \/>\n\u2022 Roberta T. Melo, Eliane P. Mendon\u00e7a, Guilherme P. Monteiro, Mariana C. Siqueira1, Clara B. Pereira1, Phelipe A. B. M. Peres, Heriberto Fernandez and Daise A. Rossi (2017). Intrinsic and Extrinsic Aspects on <em>Campylobacter jejuni<\/em> Frontiers in microbiology, Volume 8, Article 1332<br \/>\n\u2022 EFSA (2010). Scientific Opinion on Quantification of the risk posed by broiler meat to human campylobacteriosis in the EU. https:\/\/doi.org\/10.2903\/j.efsa.2010.1437<br \/>\n\u2022 EFSA (2011). Analysis of the baseline survey on the prevalence of Campylobacter in broiler batches and of <em>Campylobacter<\/em> and Salmonella o broiler carcasses in the EU, 2008 \u2013 Part A: Campylobacter and Salmonella prevalence estimates. https:\/\/doi.org\/10.2903\/j.efsa.2011.2017<br \/>\n\u2022 European Comission (2017). Reglamento (UE) 2017\/1495 de la Comisi\u00f3n de 23 de agosto de 2017. https:\/\/eur-lex.europa.eu\/legal-content\/ES\/TXT\/PDF\/?uri=CELEX:32017R1495&amp;from=PL<br \/>\n\u2022 EFSA and ECDC (2019). The European Union One Health 2018 Zoonoses Report. https:\/\/doi.org\/10.2903\/j.efsa.2019.5926<br \/>\nEFSA (2020). Update and review of control options for Campylobacter in broilers at primary production https:\/\/doi.org\/10.2903\/j.efsa.2020.6090<br \/>\n\u2022 AESAN (2012). Informe del Comit\u00e9 Cient\u00edfico de la Agencia Espa\u00f1ola de Seguridad Alimentaria y Nutrici\u00f3n (AESAN) con relaci\u00f3n a las medidas de control para reducir la presencia de <em>Campylobacter<\/em> en carne fresca de aves (pollo). AESAN-2012-005 <a href=\"https:\/\/www.aesan.gob.es\/AECOSAN\/docs\/documentos\/seguridad_alimentaria\/evaluacion_riesgos\/informes_comite\/CAMPYLOBACTER.pdf\" rel=\"nofollow\" >https:\/\/www.aesan.gob.es\/AECOSAN\/docs\/documentos\/seguridad_alimentaria\/evaluacion_riesgos\/informes_comite\/CAMPYLOBACTER.pdf<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00faltimo relat\u00f3rio sobre zoonoses publicado pela EFSA para 2021 confirma que a campilobacteriose \u00e9 a infe\u00e7\u00e3o de origem alimentar gastrointestinal mais frequentemente notificada na UE. Este tem sido o caso desde 2007. O n\u00famero de casos confirmados de campilobacteriose foi de 127.840, ou 41,1 casos por 100.000 habitantes. 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